Variedade linguística X Preconceito.
Em relação a Língua a qual falamos, o português, logo vem a mente que a Língua como todo organismo vivo, evolui, se movimenta. Desta forma, a Língua Portuguesa é multifacetada, cada pessoa tem um modo de falar particular. Esse modo particular de falar que cada um de nós temos, é denominado Variação Linguística, ou seja, uma mesma língua é falada de formas diversas por seus usuários.
Como tudo que é diferente é sinônimo de preconceito, a variação também pode causar certo tipo de preconceito: o linguístico. Geralmente o preconceito linguístico ocorre com as pessoas de baixa escolaridade, pois estas não falam de acordo com a norma padrão, uma vez que em sua grande mairia, não tiveram oportunidade de frequentar uma escola.
Cabe à escola e aos professores, fazer com que o preconceito linguístico não se perpetue como os de mais (preconceito contra os homossexuais, os judeus etc). Pois, se queremos formar cidadões, é necessário que as instituições de ensino e seus funcionários trnsmitam informações aos nossos alunos. O professor de português, por exemplo, deve ensinar que não há certo ou errado na comunicação oral e/ou escrita, mas sim, que há o adequado (para cada situação) e o não adequado.
Não é plausível uma pessoa se dirigir ao Presidente da República falando ou escrevendo "tipo assim", "tá ligado", "nóis fois" etc. É necessário adequar a nossa linguagem às situações de comunicação.
Espero que tenham gostado. Mas, pensam que eu me esqueci? Não!
Aí vai uma dica de leitura sobre o assunto: "Preconceito linguístico: o que é e como se faz", do Linguísta Marcos Bagno, pela Editora Loyola: São Paulo, 2002
Cabe à escola e aos professores, fazer com que o preconceito linguístico não se perpetue como os de mais (preconceito contra os homossexuais, os judeus etc). Pois, se queremos formar cidadões, é necessário que as instituições de ensino e seus funcionários trnsmitam informações aos nossos alunos. O professor de português, por exemplo, deve ensinar que não há certo ou errado na comunicação oral e/ou escrita, mas sim, que há o adequado (para cada situação) e o não adequado.
Não é plausível uma pessoa se dirigir ao Presidente da República falando ou escrevendo "tipo assim", "tá ligado", "nóis fois" etc. É necessário adequar a nossa linguagem às situações de comunicação.
Espero que tenham gostado. Mas, pensam que eu me esqueci? Não!
Aí vai uma dica de leitura sobre o assunto: "Preconceito linguístico: o que é e como se faz", do Linguísta Marcos Bagno, pela Editora Loyola: São Paulo, 2002
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