terça-feira, 14 de maio de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Variedade linguística X Preconceito.

Em relação a Língua a qual falamos, o português, logo vem a mente que a Língua como todo organismo vivo, evolui, se movimenta. Desta forma, a Língua Portuguesa é multifacetada, cada pessoa tem um modo de falar particular. Esse modo particular de falar que cada um de nós temos, é denominado Variação Linguística, ou seja, uma mesma língua é falada de formas diversas por seus usuários.

Como tudo que é diferente é sinônimo de preconceito, a variação também pode causar certo tipo de preconceito: o linguístico. Geralmente o preconceito linguístico ocorre com as pessoas de baixa escolaridade, pois estas não falam de acordo com a norma padrão, uma vez que em sua grande mairia, não tiveram oportunidade de frequentar uma escola.
Cabe à escola e aos professores, fazer com que o preconceito linguístico não se perpetue como os de mais (preconceito contra os homossexuais, os judeus etc). Pois, se queremos formar cidadões, é necessário que as instituições de ensino e seus funcionários trnsmitam informações aos nossos alunos. O professor de português, por exemplo, deve ensinar que não há certo ou errado na comunicação oral e/ou escrita, mas sim, que há o adequado (para cada situação) e o não adequado.
Não é plausível uma pessoa se dirigir ao Presidente da República falando ou escrevendo "tipo assim", "tá ligado", "nóis fois" etc. É necessário adequar a nossa linguagem às situações de comunicação.

Espero que tenham gostado. Mas, pensam que eu me esqueci? Não!
Aí vai uma dica de leitura sobre o assunto: "Preconceito linguístico: o que é e como se faz", do Linguísta Marcos Bagno, pela Editora Loyola: São Paulo, 2002
Literatura/leitura: há uma definição?

Olá pessoal. Tudo bem com vocês? Quanto tempo que eu não entro aqui para postar algo. Na verdade, no final do ano passado eu estava passando por "trancos e barrancos" nos últimos meses da faculdade. Ufa! Em fim, terminei! Agora sou graduado em Letras e terei mais "tempo" para me dedicar a este espaço que gosto de chamar  de "lugar reflexivo".

Hoje o assunto é Literatura. O que é? Há uma definição? Ou várias definições? Por quê ler? Para que serve?
Bem, a literatura não é algo fácil de definir, pois de acordo com cada pessoa, autor e tempo, sua definição se modifica. Mas é comum nós ouvirmos dizer: "a leitura é algo prazeroso"; "a leitura nos leva a outros lugares"; "quem lê muito fale e escreve muito bem também" etc. Esses comentários são comuns e corretos. Sim, com a leitura podemos melhorar nossa capacidade de leitura e escrita; podemos nos transportar (através da palavra escrita) a outras dimensões.

Mas a leitura além de contribuir para o desenvolvimento da leitura e da escrita, ela nos HUMANIZA, nos FORMA, nos DEFORMA, nos ARREBATA. Se você está se perguntando como todas essas sensações podem acontencer, vou responder-lhes: A PALAVRA (ESCRITA OU NÃO) TEM PODER! O jogo, o brincar com as palavras pode ser muito grandioso. É possível sentir certas sensações sem precisarmos sair de casa, sem precisarmos conversar com outras pessoas. Tudo isso a partir da leitura/literatura= livros.

Dessa forma, para que possamos nos FORMAR, nos TRANSFORMAR, é necessário criarmos o hábito de ler literatura. Não por obrigação, mas por prazer. A literatura/leitura não pode estar ligada á obrigação, como muitas vezes a escola impõe. Pelo contrário, ela deve estar arraigada ao sentido do "gozar a vida".

Uma dica de leitura/literatura que certamente arrebatarará vocês meus caros leitores é "A hora da estrela", de Clarice Lispector

Boa leitura a todos. Forte abraço, Cleber F. Guimarães

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Aí vai uma dica...

Olá pessoal, como estão? Estou passando aqui para divulgar um site sobre Linguística. Para vocês que se interessam sobre os estudos da linguagem, aí vai uma dica de um site que além de trazer diversas informações, dicas, trabalhos, nos dá a oportunidade de publicarmos os nossos trabalhos no site. O site é da Universidade Federal Fluminensce (UFF).

http://linguisticabr.wordpress.com/category/indicacoes-de-livros/

http://www.uff.br/

Aproveitem para divulgar seus trabalhos e adquirirem mais conhecimento!

Abraço, Cleber Guimarães.
A Língua e nós.
Como sabemos, nós seres humanos nos comunicamos através da linguagem. A linguagem é algo que está intimamente ligado a todos nós. Não existe interação sem linguagem. Para que haja interação é necessário que duas (ou mais) pessoas façam uso de uma mesma língua, para que as duas possam se entender e consequentemente interagir-se.
Os seres humanos possuem a capacidade de aprender qualquer língua. O "pai" da Línguística Ferdinand Saussure, afirma que todo ser humano possui a faculdade (capacidade) de aprender uma língua. Por volta dos três (3) anos de idade, a criança tendo como exemplos seus pais, na maioria das vezes, ouve o que eles falam e tentam reproduzir aquilo que é ouvido. Desta forma aprendemos a falar. Assim, não é necessário irmos para a escola aprender a falar, uma vez que chegamos  à escola falando, não na norma padrão, mas falamos!
Uma das dicotomias saussirianas é a Língua e a Fala. Língua para ele é produto social, ou seja, pertence a uma determinada comunidade, região,  ao passo que a Fala é individual, pertence ao ser humano de forma individualizada (cada um fala de uma forma). Entretanto, para que haja a fala é preciso que se tenha uma língua. Não existe fala sem língua nem língua sem fala!

A partir do que foi dito acima, podemos partir para outro pensamento de Saussure: o signo linguístico. O signo linguístico é dividido em duas partes: o significante e o significado. O significante está no âmbito social, por exemplo, quando ouvimos alguém dizer /CADEIRA/, este significante (palavra) foi criado por uma convenção social. Desta forma, não há como mudarmos os nomes das coisas, pois é algo convencional. O significante está ligado àquilo que ouvimos, o som da palavra.
Já o signifcado, é algo que está ligado ao objeto real, ou seja, quando uma pessoa diz /CADEIRA/, criamos em nossa mente a imagem de uma cadeira (objeto concreto). Sendo o significante algo criado por nossa mente, ele não pode ser convencional, pois cada pessoa pode imaginar o mesmo objeto mas de formas, cores, texturas diversas.
Para ilustrar melhor o significante e o significado aí vai um exemplo:


Para vocês saberem mais sobre as dicotomias saussirianas e sobre a Linguística, leiam o livro do autor "Curso de Linguística Geral" da editora Cultrix. O livro é denso, não é um livro que você dever ler de um dia para o outro, mesmo porque, é quase impossível de se entender em apenas uma única leitura. É um livro de "cabeçeira de cama" (risos), que deve ser lido sem pressa e com muita atenção!


Os capítulos condensados tratam da visão geral da história da linguística, as relações dela com as ciências conexas, a definição de língua, signo, significado e significante.


Autor: Ferdinand de Saussure

Livro: Curso de Linguística Geral

Link do capítulo:

http://www.4shared.com/document/1QyCZgjH/Introduo_e_Principios_Gerais_C.html

Um grande abraço e boa leitura! Cleber Guimarães.
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Esses dias estive pensando com meus "botões" sobre alguma forma de divulgar algumas coisas que eu gosto. Então, resolvi criar um blog, ou melhor, este blog. Não sou nenhum expert em ralação a essa ferramenta comunicativa, mas irei me esforçar ao máximo para aprender manuseá-la. Portanto, alguns erros terão, pois estou apenas começando. Neste blog, tentarei colocar alguns pensamentos, reflexões, dicas de livros e o que mais vier à cabeça.
Conto com o apoio de vocês. Leiam! Divulguem! Deem opiniões, sugestões!...




Grande abraço caros leitores. Cleber Guimarães.